Diagnóstico pediátrico por imagem — displasia de desenvolvimento do quadril (classificação de Graf), craniano neonatal pela fontanela, abdome e renal em bebês e crianças. Com delicadeza e precisão desde os primeiros dias de vida.
Dr. Brunno Souto · CRM-BA 21540 · RQE 13.768 · Membro titular do CBR · Certificado pelo European Board of Radiology (EDiR) e pelo Colégio Português de Radiologia (SRNOM)
Classificação de Graf (Tipos I a IV): avalia o acetábulo e a cabeça femoral ainda cartilaginosa. É o método de triagem para displasia de desenvolvimento do quadril (DDQ) — realizado entre 4 e 6 semanas de vida, antes que a ossificação dificulte a visualização. Tratamento precoce evita cirurgia.
Avaliação transfontanelar em recém-nascidos e lactentes enquanto a fontanela anterior está aberta. Detecta hemorragia peri-intraventricular (HPIV) em prematuros, hidrocefalia, leucomalácia periventricular e outras lesões do sistema nervoso central neonatal.
Fígado, baço, rins, bexiga e alças intestinais adaptados à fisiologia infantil. Diagnóstico de estenose hipertrófica do piloro (sinal do "caterpillar"), intussuscepção (sinal do "alvo"), apendicite pediátrica e anomalias de rotação intestinal.
Acompanhamento de hidronefrose pré-natal (classificação SFU), pielectasia, duplicidade ureteral e megaureter. Avaliação pós-ITU e monitoramento de rim único ou displásico. Bexiga medida em dupla (antes e depois da micção) quando indicado.
Entre 4 e 6 semanas de vida é o momento ideal para a triagem pelo método de Graf. Após 4 meses a ossificação da cabeça femoral começa a dificultar a visualização, e acima de 6 meses o método perde utilidade. Casos suspeitos ao nascimento podem ser avaliados antes das 4 semanas.
É o sistema internacional para displasia do quadril por ultrassom. Tipo I (normal), Tipo IIa (imaturo, até 12 semanas — vigilância), Tipo IIb (atrasado — tratamento possível), Tipo IIc/D (crítico — tratamento necessário), Tipos III e IV (luxado — tratamento urgente). O laudo informa o tipo e a conduta recomendada.
Não. O exame é realizado pela fontanela anterior aberta, sem sedação, sem preparo e sem exposição a radiação. O bebê pode estar acordado ou dormindo; dura cerca de 15 a 20 minutos.
Sim. Crianças e bebês fazem ultrassom de abdome normalmente. O jejum recomendado é de 3 a 4 horas para sólidos em crianças maiores; bebês em amamentação exclusiva podem ser examinados 2 horas após a última mamada.
Sim, com alta sensibilidade quando bem realizado. O apêndice inflamado aparece como estrutura tubular não compressível, com parede espessada e doppler positivo. Em crianças magras a visualização é mais fácil; a TC é reservada para casos inconclusivos.
Quadril: 15 a 20 min. Craniano: 15 a 20 min. Abdome: 20 a 30 min. Renal: 15 a 20 min. O tempo pode variar conforme a cooperação da criança e a complexidade do caso. Trazer a criança alimentada e tranquila facilita o exame.
Consulte disponibilidade e marque o exame diretamente pelo WhatsApp. Atendimento em Guanambi e Caetité — sem fila, com laudo no mesmo dia.
Seg–Sex, 08:00–12:00 e 14:00–18:00 · Laudo e imagens online no portal do paciente