Avaliação completa de útero, endométrio, ovários e estruturas pélvicas — via abdominal (bexiga cheia, visão panorâmica) e transvaginal (alta resolução) — com mapeamento de miomas pela classificação FIGO quando indicado e Doppler para massas suspeitas.
Dr. Brunno Souto · CRM-BA 21540 · RQE 13.768 · Membro titular do CBR · Certificado pelo European Board of Radiology (EDiR) e pelo Colégio Português de Radiologia (SRNOM)
O ultrassom pélvico (e transvaginal) é o exame de base na avaliação ginecológica:
Volume e dimensões uterinas, espessura e ecogenicidade do endométrio (variável conforme a fase do ciclo), contorno uterino — com atenção a pólipos endometriais e adenomiose. A espessura endometrial é especialmente importante no climatério e pós-menopausa.
Quando presentes, os leiomiomas (miomas) são mapeados um a um: localização (subseroso, intramural, submucoso), dimensões, ecogenicidade e relação com o endométrio. A classificação FIGO (0–8) define o tipo e orienta o ginecologista na escolha do tratamento — histeroscopia, laparoscopia ou embolização.
Volume ovariano, cistos (simples vs. complexos), endometriomas, contagem de folículos antrais (CFA) para reserva ovariana — dado fundamental na investigação de infertilidade. Doppler para massas complexas ou com componente sólido.
O exame completo usa as duas vias: abdominal (bexiga cheia, visão panorâmica da pelve) seguida de transvaginal (bexiga vazia, máxima resolução). Resultado com imagens disponível online no portal do paciente.
O pélvico abdominal usa o transdutor sobre o abdome com bexiga cheia — oferece visão panorâmica da pelve, ideal para útero grande, miomas volumosos e massas anexiais. O transvaginal usa uma sonda pequena dentro da vagina com bexiga vazia — oferece muito maior resolução para endométrio, ovários e miomas pequenos. Os dois são frequentemente feitos em sequência no mesmo exame.
Para o componente abdominal, sim: beba cerca de 1 litro de água 1 hora antes e não urine. Para o transvaginal isolado (quando solicitado apenas ele), não. Se o exame incluir as duas vias — que é o mais comum — você faz o abdominal primeiro (bexiga cheia), esvazia a bexiga e faz o transvaginal na sequência.
Em geral não. A sonda é pequena (sonda específica, coberta por protetor descartável) e o exame é realizado delicadamente. Se você tiver dor pélvica prévia ou tiver passado por algum procedimento ginecológico, avise antes — o exame é adaptado conforme necessário.
Sim, na maioria das situações. O ultrassom pélvico pode ser feito em qualquer fase do ciclo — inclusive durante a menstruação, quando necessário. Para avaliação de endométrio (espessura) e folículos ovarianos, o médico pode indicar um período específico do ciclo; siga a orientação do pedido.
O exame completo (abdominal + transvaginal) leva entre 20 e 35 minutos, dependendo dos achados e do número de estruturas a avaliar.
Não. O ultrassom pélvico e transvaginal é realizado em Guanambi (Viver Guanambi) e em Caetité (Odontomédica) pelo Dr. Brunno Souto, radiologista titulado pelo CBR e pelo European Board of Radiology (EDiR).
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Seg–Sex, 08:00–12:00 e 14:00–18:00 · Laudo e imagens online no portal do paciente